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14 de setembro de 2026

Nova aparência para a página de aplicações

A página pública de aplicações agora abre com uma nova ilustração, mantendo espaço livre para a mensagem principal.

Comando de build, vCPU por aplicação e novos limites de armazenamento

Comando de build

  • Novo campo build_command, em todos os planos. Ele roda em todo deploy (criação, upload de zip, deploy pelo GitHub, reinstalação de dependências ou troca do próprio comando), sempre depois da instalação das dependências e antes de a aplicação iniciar. Um restart simples não roda o build de novo se o anterior já tiver terminado com sucesso com o mesmo comando.
  • Ele roda em um ambiente isolado da aplicação: 2× a RAM dela (mínimo de 1 GB, máximo de 4 GB) e 2× a vCPU dela (mínimo de 1, máximo de 2), com timeout de 10 minutos. A instalação de dependências mantém um timeout próprio e separado, agora de até 15 minutos.
  • Nova chave BUILD em vertracloud.config, ao lado de START.
  • Criar uma aplicação a partir de um zip de Next.js, Nuxt, SvelteKit, Remix, React Router, Astro, Gatsby ou Vite agora sugere automaticamente os comandos certos de build e de start, editáveis antes de criar. O arquivo de entrada também passa a ser reconhecido nesses projetos, que não têm index.js.
  • O ambiente de build tem o dobro da banda e do limite de requisições da aplicação, porque baixar dependências pesa mais do que servir tráfego. Ao excedê-lo, o deploy é interrompido, do mesmo jeito que já acontecia com uma aplicação no ar.

Armazenamento

  • Aplicações: 10 GB fixos, independentemente da memória (antes, o teto crescia com a RAM).
  • Bancos de dados: 6 GB + 1 GB para cada 512 MB de RAM alocada, sempre arredondado para GB inteiros. Um banco de 1 GB agora tem 8 GB; um de 2 GB tem 10 GB. Nenhum banco existente perde espaço.

vCPU por aplicação

  • Uma aplicação com 2 GB ou mais de RAM agora recebe a vCPU completa do plano; abaixo disso, recebe um terço da vCPU do plano, com piso de 1 vCPU. Mais memória nunca resulta em menos vCPU.

Limite horário de deploys

  • Criar uma aplicação, enviar um zip, fazer deploy pelo GitHub, reinstalar dependências e trocar o comando de build passam a contar para um teto horário por conta: 5 no Free, 10 no Economy, 20 no Pro, 40 no Scale e 60 a partir do Intermediary. Reiniciar e parar não contam, e um push no GitHub acima do limite é ignorado e registrado no histórico de atividades.

Apresentando o Vertra Flow

O Vertra Flow ganhou página própria no site. Ela apresenta o canvas interativo e explica como grupos, notas, previews e anexos ajudam a organizar aplicações e bancos de dados.A página também deixa claro o que ainda está em desenvolvimento: colaboração em tempo real, comentários no canvas e formas mais expressivas de representar redes de aplicações.

O vertracloud.config não fica mais no volume

O que mudou

O vertracloud.config não é mais gravado no volume da aplicação. Até agora ele era gravado uma vez, na criação, e nunca acompanhava as mudanças feitas na aba Configurações: o usuário abria o arquivo no gerenciador de arquivos, via a memória e o comando de start antigos, editava, e nada acontecia.Agora:
  • Ao baixar o projeto, o zip vem com um vertracloud.config gerado a partir da configuração atual: nome, arquivo de entrada, memória, versão, comando de start, reinício automático e subdomínio.
  • Ao criar um snapshot, vale o mesmo: o snapshot já levava o arquivo gerado, e continua levando.
  • Ao enviar um zip, o arquivo é lido para preencher o formulário e descartado na extração; ele não aparece mais no gerenciador de arquivos.
  • Aplicações existentes perdem a cópia antiga no próximo restart ou rebuild.
O formato não mudou: KEY=value, com as chaves NAME, DESCRIPTION, MAIN, MEMORY, AUTORESTART, START, VERSION e SUBDOMAIN.
Última modificação em 26 de outubro de 2026